Ninguém é obrigado a ´´ficar´´ com ninguém...
Estamos no século XXI, em 2011, no Brasil, na boa... Somos livres e senhor de nossas escolhas. No entanto, as pessoas parecem não saber ou não querer saber disso.
Estamos no século XXI, em 2011, no Brasil, na boa... Somos livres e senhor de nossas escolhas. No entanto, as pessoas parecem não saber ou não querer saber disso.
O que mais vejo são pessoas mantendo relacionamentos impossíveis e empurrado com a barriga relações que já estão terminadas e saturadas. Isso não existe mais. As mulheres conseguiram merecidamente (há controvérsias), a tão sonhada, batalhada “independência”, e tal, e fica refém de uma relação falida e tentam justificar com as mesmas desculpas de sempre:
Por causa dos filhos – (entendo a preocupação com a criação dos filhos, mas vamos pensar que não é bem melhor a mãe estar feliz, separada ou não, do que infeliz dentro de um casamento já terminado).
Da família – (Não se pode deixar de lado uma liberdade, uma felicidade, uma VIDA, por causa de aparências ou pressões).
Do casamento – (Respeito muito isso, mas francamente “...felizes para sempre” não existe. Casamentos acabam (religioso, civil e etc.), pessoas se separam!!! Isto faz parte do nosso cotidiano, é comum).
Da conveniência – (escuto muito “já estou casada há tanto tempo que acostumei...” como assim? Acostumou a ser infeliz? Viver com limites impostos?).
Por causa dos filhos – (entendo a preocupação com a criação dos filhos, mas vamos pensar que não é bem melhor a mãe estar feliz, separada ou não, do que infeliz dentro de um casamento já terminado).
Da família – (Não se pode deixar de lado uma liberdade, uma felicidade, uma VIDA, por causa de aparências ou pressões).
Do casamento – (Respeito muito isso, mas francamente “...felizes para sempre” não existe. Casamentos acabam (religioso, civil e etc.), pessoas se separam!!! Isto faz parte do nosso cotidiano, é comum).
Da conveniência – (escuto muito “já estou casada há tanto tempo que acostumei...” como assim? Acostumou a ser infeliz? Viver com limites impostos?).
Com certeza existem outros exemplos, mas a intenção é demonstrar o absurdo que o ser humano se submete. Isso serve tanto para homem como para mulher. No caso do sexo forte (hummm) é triste e deplorável.
Exemplo (Historinha):
Era uma vez, em 2002, um menino (ver dicionário) que conheceu uma mulher chamada por mim de SJ, de beleza peculiar, estado civil duvidoso e com a síndrome do sim (porra tudo aquela garota aceitava, comida, bebida, homem, etc). Estávamos em uma festa de aniversário, 3 amigos (Eu, Tiago e MC), que mais parecia um swing, e ao chegarmos ao evento fui “presenteado” com um beijo na boca e não era tipo Hebe não, foi beijo bacana (detalhe: eu nunca fui sequer fui apresentado à moça).
Durante o níver, entre churrasco, doces, bebidas e similares percebo a existência de um banheiro que tinha função dupla, isto é, “casais” freqüentavam o banheiro juntos, de forma normal e até organizada. Tipo existia um tempo pé determinado para cada dupla.
Meu amigo Tiago (nome fictício), mais velho e naquela ocasião o único realmente convidado e dono do carro (informações indispensáveis). Este foi o primeiro de nós a usufrui do tal banheiro com a compania ilustre da aniversariante beijoqueira e por lá permaneceu durante longos 14 minutos. (o tempo permitido era de 10 min. Mas em se tratando da dona da casa...). Depois fui o segundo felizardo a adentrar aquele recinto cheio de riscos biológicos, com uma mulher apelidada pelas amigas e afins de “floresta”, bem naquele momento o grande barato da festa era o banheiro e coisa e tal, enfim entrei cheio de marra e depois de intermináveis 8 minutos 42 segundos descobri o porquê daquele apelido tão íntimo e pessoal e olha que a mulher faz questão de falar e até enche a boca – Me chama de floresta.
Mas falta o ator principal, o protagonista, o menino, que aqui chamarei de MC. E chegava o seu momento, confesso que ele era muito lento com as meninas, muito tímido, um pouco desprovido de beleza, tinha gosto único, ou seja, gostava de uma coisa que ninguém mais no planeta gostava, só ele.
Lá pelas 4 da manhã onde naquele momento o banheiro já estava impraticável até para o número 2, quando surge o “grande casal” da noite MC e SJ e sem cerimônias adentraram com certa marra, como se aquilo fosse rotina, (lembrando que MC era quase virgem e imaginem em pegar mulheres em banheiros...). Permaneceu naquela imundice durante, pasmem, 2 minutos e 24 segundos. Com esse tempo eles conseguiram estabelecer o novo recorde, porque falou que fez e aconteceu, e também recebeu insalubridade por encarar o fétido local.
Moral da história: O MC namorou a SJ por anos. Por quê? Pra que? Ele não entendeu que ali (uma festa de orgia) não se arruma namorada!!! E não me venham com esse papo de eles se merecem que neste caso não cola. Ela, com certeza tem alguns motivos para aceitar esta relacionamento ( primeiro parágrafo da história), mas ELE...
OBS: baseado em fatos reais e alguma semelhança com os personagens é mera coincidência ou fruto de imaginação fértil.
Abraço a todos, Serjão e Ralph.
Infelizmente ainda existem mulheres que se contenta com pouco, ou que se sujeita a ser objetos de alguns e outros mais. E o pior disso tudo se orgulham disso!
ResponderExcluirPutz! Seu amigo concerteza merecia algo melhor ! rs
Òtimo post..
pqp este amigo seu é um comédia...
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